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Amélia Frazão-Moreira

 

Acho que a primeira vez que vi (provavelmente não que olhei, mas que vi como se deve) um carvalho que não fosse sobreiro ou azinheira, foi a percorrer o Gerês. Antes de me tornar antropóloga e, enquanto tal, ver, sentir e cheirar, outras árvores, sobretudo nas matas do Cantanhez (Guiné-Bissau) e na serra de Montesinho (Portugal). Desde 2001 que passo pelas árvores ornamentais, mas não só, dos canteiros dos campus da NOVA FCSH, onde sou hoje professora associada no Departamento de Antropologia, a par de investigadora integrada do CRIA (Centro em Rede de Investigação em Antropologia)

Sinopse da comunicação

Na senda dos carvalhos: falas em silêncio

Evocam-se memórias e história, falas de gente, de animais outros, de árvores e de tudo o mais. Nos silêncios repletos das paisagens, chamam-se sentires pessoais e, quiçá, o rumo dos sistemas socio-ecológicos, onde também habitam carvalhos.