Porque as pedras também se (co)movem e têm que dizer – conhecer com a geologia do PNPG
A edição 1 dos Seminários Caminhados é dedicada ao aparentemente mais estático e definitivo do Parque Nacional da Peneda-Gerês – o seu património geológico. No entanto, também as pedras têm uma vida ‘social’ dinâmica própria (inacessível, em muitos casos, à compreensão imediata humana) e de apropriações antropocêntricas e antropomorfizantes várias. Não estiveram nem estão sempre ‘quietas’. No âmbito de uma necessária consideração, em termos de políticas de conservação, dos constituintes bióticos e abióticos dos ambientes vividos, falaremos sobre o que as pedras têm a dizer e a contar sobre história natural e social, sobre usos e apropriações das comunidades locais, sobre a importância para sociedade e para os ecossistemas, sobre o modo como permitem vida num ambiente moldado, facilitam abrigo, geram interpretações simbolizantes, valor económico, expressam passados e definem limites… no quadro de um Antropoceno que tem que ser discutido, mas dando igual atenção ao facto de no PNPG encontrarmos elementos geológicos particulares.
Sinopses das comunicações
“É habitual referirmo-nos ao PNPG como sendo uma área granítica” | José Brilha (UM)
“Partindo de uma observação de Roger Brunet, elaborada por Carlos Alberto Medeiros” | Pedro Casinhas (Keen Tours)
“A água é um recurso natural determinante no desenvolvimento e bem-estar dos povos” | Maria do Rosário Costa (UTAD)
“A Importância dos “momentos mágicos” como fonte do nosso “Equilíbrio Emocional” // “Saúde Mental” | Abel Magalhães
Dia 19 e 20
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